O PHP morreu. Viva o PHP!

Apesar de estar em mais de 80% dos sítios na Web, incluindo Facebook e Wikipédia, os detratores continuam dizendo que o PHP morreu. Será mesmo?

Estes tempos estava conversando com um grupo de colegas de um curso e alguém me declara: “mas o PHP está morrendo, né?”.

Acho engraçado isso. Mais do que isso, acho engraçado aquele pessoal vive na busca sôfrega por duas coisas: “qual/quem é o melhor?” e “qual/quem é o moribundo?”. Toda a vez que surge uma nova tecnologia, a galera fica desesperada para que ela seja a “ferramenta definitiva”, matando tudo que tem em volta. Pois a bola da vez parece ser o PHP.

Eu trabalho com o PHP desde um pouco antes de começar com o WordPress. O WordPress é feito em PHP e pretende continuar usando a linguagem em longo prazo, o que me faz pensar rapidamente que: NÃO, O PHP NÃO MORREU.

E antes de alguém dizer “mas…” vou apelar para as estatísticas da W3Techs:

W3Techs: Usage of server-side programming languages for websites (Uso de linguagens de programação para websites que rodam do lado do servidor), consultado em 26 de fevereiro de 2018.

OITENTA E TRÊS POR CENTO de presença na Internet. Parece pouco?

“Ah, mas porque tem um monte de CMS feito em PHP e a estatística fica distorcida!” Muito bem, Mike Oram em seu artigo “Is PHP relevant” nos conta que mesmo sem os CMSs, o PHP continua com 54% da Web. Adicione-se a isso o fato de sítios como Facebook, Ali Express, Wikipedia e outros terem escolhido o PHP como ferramenta de desenvolvimento. Parece irrelevante?

E a tendência do uso de PHP não é de baixa, ao contrário, a linguagem chegou a AUMENTAR levemente sua presença no último ano, como podemos ver neste gráfico também da W3Techs.

W3Techs: Historical trends in the usage of server-side programming languages for websites (Tendência histórica do uso de liguagens de programação para websites do lado do servidor), consultado em 26 de fevereiro de 2018.

Acho que isso é o suficiente para provar que apesar dos seus detratores e “haters”, o PHP continua firme e forte há mais de 20 anos (foi lançada em 1995).

Claro que a linguagem tem suas “falhas” ou “problemas”, como alguém pode dizer, dizendo que tem erros ou indicando que é fracamente tipada, por exemplo. Pois para o primeiro argumento, sugiro se atualizar, pois ainda em 2009 a versão 5.3 resolveu a maioria dos “bugs tradicionais” encerrando de vez o assunto. E para o segundo, bem, eu considero uma VANTAGEM, que um bom programador saberá usar a seu favor!

Já estamos na versão 7.2 e posso dizer que a linguagem só melhora, com um salto incrível de velocidade a partir da versão 7 (tanto que se pulou da versão 5.6 para a 7.0 direto!).

Ainda não te convenceste? Te dou uma dica: lê o artigo “7 linguagens de programação que todo o desenvolvedor deveria aprender em 2018” da TechRepublic. O PHP está lá, só para constar.

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