David Lynch hoje, no Ciclo Tarja Preta

O homem elefante
The elephant man (VHS) – 1980, 125min, P&B
19h, na Sala Redenção, FABICO – UFRGS

Sinopse: A história de John Merrick (John Hurt), um desafortunado cidadão da Inglaterra vitoriana que era portador do caso mais grave de neurofibromatose múltipla registrado, tendo 90% do seu corpo deformado. O “homem elefante” era apresentado em circos de variedades como um monstro e considerado um débil mental, até que um médico, Frederick Treves (Anthony Hopkins), o descobre e o leva para uma clínica. O médico logo constata que Merrick possui inteligência e sensibilidade extremas. Merrick é então visitado pela famosa atriz de teatro Mrs. Kendal (Anne Bancroft), que lhe revela o que o mundo tem para oferecer, tratando-o como um ser humano e não como um monstro; enquanto alguns membros da sociedade londrina passam a visitá-lo só por “estar na moda”. O filme recebeu oito ndicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (John Hurt), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.

A entrevista polêmica

Está aqui o trecho da entrevista que o “Charlie Brown Jr.” Chorão deve ter lido:

Rodrigo Amarante complementa: “Não fazemos música para tirar nada das pessoas. Não estamos querendo tirar dinheiro de ninguém. Fazemos música para emocionar e dar de presente”. É óbvio que vender discos todo mundo quer. O que eles não admitem são armadilhas do mercado nitidamente comerciais, como a associação direta de seu nome com alguma marca. “Esse negócio de fazer comercial para a Coca-Cola é um desdobramento da indústria. A gente rejeita este negócio de vender atitude”, diz Camelo, finalmente tomando partido. “A gente só faz o que se sente confortável em fazer. Todo mundo deveria ser assim. O que temos para dizer são as impressões do mundo expressas nas nossas músicas. Não estamos dispostos a emprestar nosso prestígio para nada”, completa, enfático. O comercial para a Coca-Cola, estrelado pela banda Charlie Brown Jr., dá para perceber, eles não fariam. Nem o que o grupo Jota Quest fez para a Fanta. Mas, bem, cada um sabe de si. “Não estamos aqui para julgar nem falar mal de ninguém. Cada um faz o que quiser com a sua carreira. Tem muita coisa legal para perdermos tempo com o que não é”, amacia Amarante. Com certeza, dentro da nossa lista de itens que formam a personalidade da banda temos que destacar: os caras são bons de bola.

Saiu na revista “Oi”, número 10. Leia na íntegra aqui. O jornalista me parece que deduz que o Los Hermanos não fariam o tal comercial da Coca, agora não vejo uma citação direta do Charlie Brown Jr. e nem de seus membros. Ainda assim, o grupo diz que “não está aqui para julgar nem falar mal de ninguém”.

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