Portuguêis e o raçocíno

Se tem uma coisa que eu tenho horror profundo, é erro de português. Na verdade, essa discussão sobre o que é o certo e o que é o errado na língua, já deu bastante pano para a manga lá do blog da Fer. Mas a questão é que o nosso ensino está cada vez pior. Antigamente, tínhamos a impressão que só as pessoas mais pobres não tinha acesso à educação e que isso era revelado em sua maneira de falar e escrever. São clássicas as fotos de mensagens escritas em placas e paredes. Imaginamos imediatamente aquele lugar distante, com pessoas simples, sem educação.

Pois é, mas isso não é necessariamente verdade. O acesso ao ensino cresceu, mas desconfio que isso não refletiu em uma melhora. O ensino público (e o privado?) ao invés de promover e incentivar mudanças, está passando a mão na cabeça. Em nome de uma tese de “não-agressão” e de “maior compreensão do indivíduo”, não está tentando resolver, está corroborando com o problema. É a preguiça do educando somada a preguiça do educador. É a fome com a vontade de comer merda. Só pode dar nisso:

Depois de ver uma carta dessas, só posso pensar assim. “Alciliadora”. Não tem explicação. A pessoa que escreveu isso não só não leu o que escreveu como também deve ter achado natural e plausível escrever essa bobagem. E posso dizer que deve ter um mínimo de “diplomação”, já que trabalha na Abril, uma grande editora brasileira. A educação brasileira está fazendo um nivelamento por baixo que me incomoda. Está oficializando a burrice. Está incentivando o “raçocínio das pessoa”.

Mas tudo bem, deve ser a evolução natural da língua, baseada na involução natural do célebro, ajudada pela revolução da tecnologia. Em breve, estaremos falando português caboverdiano, ou papiamento, aquela língua falada no Caribe.

E a baka komeu o owu do rê de Roma, enquanto vestia um taparabu. Vai, popozuda!

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