Estado-da-Arte

Estórias bem contadas não morrem nunca. Mesmo com os avanços tecnológicos (que ajudam em muito a contar uma estória), sempre irão existir diretores de cinema que se destacam em sua arte de colocar na telona um texto bem escrito.

Digo isso porque gostei muito da estória de “Eu, Robô”, mas saí do cinema com a sensação de que algo poderia ter sido melhor.

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